RS

De leve na neve!

Para finalizar, algumas fotos da Russia.

Neve e frio… e daí?

Só porque esta nevando ou fazendo -20 graus é motivo pra ficar em casa? Não era meu caso. Tinham muitas coisas pra fazer no frio e por causa do frio inclusive. Além de beber vodka é claro.

Começando pelos esportes:

Ski na bóia:

Ski

Pista de ski em um restaurante.

Essa é uma pista de patinação que além de balada, era usada pra jogos de hockey também.

Balada no gelo.

No começo achei estranho, mas esse lugar é um ponto de encontro de jovens, tipo uma balada. Abre as 22:00h e fecha de manhã hehe. Em vez de você sair para dançar na balada, você sai para patinar no gelo. Era muito engraçado. Pense trovar uma guria enquanto patina? Se você não manja, o jeito mais fácil é dar uma tranca, derrubar no chão, fingir que não foi você e ir ajudar a gata. No lugar tinha música, cerveja, chá e comida. E como o metrô fechava de madrugada, nós ficávamos até as 6h da manhã patinando. Crazy.

Snowboard – Esse é dos bão. Fomos num resort que fica a uns 60 km da cidade.

Aprendendo, nível 0.

Nível 3.

Consegui até o nível 2. Depois meus dedos congelaram.

Esperando o busão em plenos -20 graus.

Jogo de Hockey – Muito famoso. A rivalidade é entre St. Petersburg e Moscow.

Esse estádio é animal. Nunca vi um negócio desse tipo. É praticamente um shopping. Tem até barraquinha de milho verde.

Ice Palace. Casa do CKA. (Leia-se SKA)

Esquenta pro jogo.

Start.

Torcidão.

Final. Vitória do CKA.


Os cara jogam demais. Na raça.

E tinham as típicas baladas, com cerveja barata, vodka, limão e subway no final. Mas o melhor bar mesmo que eu fui foi o Coyote Ugly, nem preciso comentar né.

Subway em Russo. Até repolho tinha.

Abraços e até algum dia.

Pra lá e pra cá…

Nossa carga horária de trabalho era das 9h às 15h, mas não trabalhavamos todos os dias. Então tínhamos muito tempo para conhecer a cidade e às vezes fazer viagens.

A passagem de metrô custava 25 rublos (cerca de R$ 1,30) e o bom é que você pode ir pra qualquer lugar da cidade pagando esse valor. Cada vez que você sair da estação de metrô, que é controlado por catracas, para entrar novamente você  deve pagar. Eu comprava um cartão mensal e pagava cerca de R$ 80,00 e era válido nos principais meios de transporte, metrô, ônibus e street car (bonde). Além disso, tinha trens e mini vans que iam a locais específicos, mas não era incluso no cartão. Nos ônibus e nos bondes, tem uma funcionária (geralmente são senhoras mais velhas) que ficam passando de banco em banco com uma máquina para passar o cartão. É uma forma de dar emprego à essas senhoras.

Ônibus elétrico.

Street car (Bonde).

Vans. Transporte alternativo, mas muito comum.

Mapa do metrô da cidade.

Todas as estações de metrô da cidade são diferentes. São obras de arte. Eu não tirei muitas fotos, porque o pessoal me falou que é proibido tirar fotos das estações.

Essa estação era parecida com um disco voador.

Em São Petersburgo, pra minha sorte, as estações tinham indicações em inglês, por exemplo nessa foto ai tem o nome em Russo e em Inglês, mas em Moscou (capital da Russia) não tem indicações em inglês, absurdo.

Mosaico na entrada da estação.

Esperando o metrô.

Dentro do metrô.

Outra coisa interessante é que os russos lêem muito. No metro, nos ônibus, a maioria das pessoas andam com um livro na mão. Até na escada rolante eles lêem.

2 minutos de escada rolante.

Trem.

Dentro do trem. Os bancos são tipo de igreja.

Os Russos tem um bom transporte, as vezes é pontual, as vezes não, mas é considerado bom.

Eles têm a maneira deles de fazer tudo. Se vocês perceberem, tudo é quadrado haha. O metrô é quadrado, o trem é quadrado, o ônibus é quadrado, o bonde. As ruas todas iguais, os prédios. Mas isso nas coisas mais antigas, nas novas construções você já percebe um design diferente, mais moderno.

O que me chamou atenção na cidade é a quantidade de mulheres. Tem muita mulher naquela cidade, tanto velhas como jovens. Não é a toa que a Russia é a maior “exportadora” de modelos hehe. Passeie pelos shoppings da cidade, dá vontade de ficar o dia inteiro por lá!

As lojas por fora.

Shopping Galeria.

Por dentro.

No próximo post,  mais curiosidades.

Abraços.

Projeto Open Yourself…

A impressão que tive da AIESEC SPUEF é de que apenas alguns membros trabalham arduamente, enquanto a maioria não participa ativamente. E os que trabalham são parte da diretoria ou coordenadores. Os que trabalham, são muito pró-ativos e sempre estão dispostos a trabalhar pela AIESEC. Percebi um pouco de desorganização e falta de estrutura no comitê, já vou explicar porque.

A estrutura do comitê local da AIESEC SPUEF fica na Universidade Estadual de São Petersburgo, uma universidade conceituada no país. Fica em uma sala pequena, com dois computadores.

CL SPUEF.

Open Yorself é um projeto criado para desenvolver a personalidade dos adolescentes entre 13 a 17 anos. Nessa idade geralmente os adolescentes enfrentam problemas como falta de determinação, falta de auto-confiança, agressividade, rebeldia, etc. Os principais objetivos do projeto eram:

– ativar os potenciais dos adolescentes;

– desenvolver a habilidade de comunicação;

– ajudá-los a ver o lado bom das coisas que acontecem no mundo para que eles possam contribuir para a sociedade;

– prepará-los para entrar na vida adulta e escolherem uma profissão.

Em cima desses principais tópicos, cada grupo de intercambista tinha que criar aulas com dinâmicas, jogos e atividades para atingir esses objetivos.O projeto é parecido com o Despertar realizado pela AIESEC de Chapecó.

Tivemos alguns seminários de introdução ao projeto e algumas aulas de russo. Somente na terceira semana é que começamos a trabalhar. Fiquei sabendo que a escola onde íamos trabalhar nem sequer tinha pago o projeto. No primeiro dia de trabalho, eu e o Diego fomos junto com um membro da AIESEC para mostrar ao diretor da escola que realmente tínhamos chego na Russia e estavamos prontos para trabalhar e então o diretor pagou o projeto hehe. O diretor era muito gente boa, era aquele estilo típico de diretor de escola, um velho grande, de bigode, cabelo branco, que come bastate haha. Ele mostrou toda a escola pra nós, contou algumas histórias, que ganhou vários prêmios, que conheceu pessoas importantes da guerra, isso tudo em russo, e nossa buddy traduzia. Ganhamos um pin para usarmos no trabalho e um DVD com a história da escola. O nome da escola era 17. As escolas públicas da cidade são nomeadas por números.

Nossa primeira aula foi meio improvisada mas foi muito legal. Fizemos a apresentação do Brasil e fizemos algumas brincadeiras. O pessoal da escola nos recepcionou muito bem. O único problema era que a maioria dos alunos não entendia inglês, então era muito difícil falar diretamente com os alunos. Quase tudo o que nós falávamos tinha que ser traduzido pela professora de inglês da escola. Desse jeito era um pouco difícil atingir os objetivos, mas mesmo assim podíamos ver que a maioria das crianças se interessavam.

Meu grupo (Diego, Luiza, Henrique) e as professoras.

A organização das aulas era muito ruim. As vezes eu ficava sabendo que teria que dar aula no dia anterior. Então tinhamos que fazer tudo no improviso, mas por um lado foi bom. Depois de muito tempo é que começamos receber por email calendários semanais com o local e o horário de aula. Mas isso quase no final.

No meio do projeto, troquei de grupo e comecei a dar aula com outros intercambistas. No nosso projeto, tinham intercambistas do Brasil, Bulgária, França, China e Indonesia. Era muito interessante pois cada país tinha uma cultura diferente e isso chamava atenção dos alunos. As aulas mais legais eram as apresentações culturais de cada país.

Apresentação cultural do Brasil.

Quando pergutavamos para os aluno o que eles sabiam sobre o Brasil, a maioria respondia futebol, macaco e banana. É. haha. Então nós mostravamos para eles que não era verdade, que o Brasil não era só isso. No final de cada aula, a maioria deles queria ir para o Brasil.

Alunos comportados hehe.

Turma.

França, Bulgária, China e Brasil.

Turminha da pesada essa.

Turma.

As aulas as vezes rendiam muito, porque começavamos a discutir sobre as diferenças entre Brasil e Rússia e os alunos se esforçavam para falar em inglês. Era muito interessante. Quando falávamos de profissão, vários falaram que queriam ser artistas, outros programadores, outros empresários, era interessante. Como era inverno, o que as crianças mais faziam no tempo livre era jogar computador.

As aulas começavam as 9h e terminavam as 15h. As escolas tinham cantina e geralmente o que eles serviam era sopa, batata com carne moida, pão preto e chá. Comida de frio hehe. Eu gostava, mas tinha gente que não.

No próximo post vou contar um pouco do que eu fazia no meu tempo livre.

Abraços.

Saint Petersburg/Russia… first impressions

Olhando pela janela do avião tudo era branco. A sensação foi muito estranha, pois eu nunca tinha visto neve. Quando desembarcamos, o frio até estava suportável. Ficamos achando o caminho para pegar a bagagem e sair do aeroporto. Mas ninguém fala inglês, somente russo. Até que achamos o controle de imigração. O problema é que a mulher mandava nós irmos para outro guichê, mas estava fechado, só que ela não entendia, e ficava brava porque nós ficávamos pedindo informação haha. Até que depois de um tempo o outro guichê abriu, até porque só tinha nós de estrangeiros. Passamos e fomos pegar as malas. Minha mala estava destruída. Tinha um rasgo gigante e quase perdi as cuecas que estavam dentro.

Fomos na área de espera e encontramos a Maya (o nome dela não é assim haha) e a Masha (mesmo que Maria) que estavam esperando por nós. Ali foi que eu me separei dos meus amigos Dirte S2 Stela, mas por um lado foi bom. Fui para a casa da Masha, minha host, em um mini bus, tipo uma van, e já tive que pagar 50 rublos, achei um absurdo, mas depois lembrei que 1 real vale 18 rublos. Chegamos no centro e tivemos que andar “15 minutos” até chegar em casa. Foram os 15 minutos mais demorados da minha vida. Minha mala rasgada, pesando 25 kg, sem alça (porque quebraram), arrastando na neve, frio de congelar. Mas tudo bem. Chegando em casa, Masha me mostrou o flat, era uma kitnet, com cozinha, banheiro e um cômodo para dormir, com uma cama de casal e duas poltronas. Então ela me mostrou minha “cama”. Era uma poltrona do tempo da guerra, com um ninho de aranha e 5 mil kilos de pó. Mas tudo bem. Masha foi muito querida, fez comida para mim, me ajudou a comprar o cartão de transporte, me ensinou algumas palavras em Russo. Nossa comunicação era mais na mímica porque ela não falava muito inglês e eu não muito também, mas a gente se entendia.

Primeira palavra que aprendi foi meu nome em Russo.

No outro dia, eu saio do banho, e aparece um vivente no flat, com mala e tudo. Era o Diego, um paulista misturado com mineiro, com uma mala gigante e um violão na mão. Ai fiquei sabendo que ele iria viver lá também, na outra poltrona da guerra. Foi massa, porque o cara era gente boa, tinha um violão e era brasileiro, era um piá bão hahaha. Ali começou nossa convivência, e começamos a nos adaptar a cultura e aos costumes Russos, pelo menos tentamos.

Certo dia, estávamos em casa e chega nossa buddy (pessoa responsável por dar suporte ao trainee), a Yana, muito querida também, dizendo que iria morar com nós. Hehe. No mínimo engraçado. Um flat pra uma pessoa, morando quatro. Mas tudo bem. Ela falava um inglês diferente do que eu conhecia, mas a gente se entendia também.

Meus colegas de quarto. (Diego, Masha, Yana e eu).

Nós tínhamos um certo problema com a limpeza da casa e das coisas, porque não tinha aspirador, não tinha maquina de lavar (usávamos a da vizinha hehe), não tinham produtos de limpeza. Mas tudo bem.

Nesses primeiros dias, o choque foi grande, eu estava vivendo o que eu realmente queria, choque cultural, choque de tudo. É nessas horas que você aprende a dar valor ao que tem. Tudo o que acontecia eu levava como um aprendizado, como experiência e nunca desanimava ou pretendia abandonar o intercâmbio, tudo o que fosse diferente eu queria ver como era. Eu acho que esse é o espírito do intercâmbio. Segue algumas fotos da “nossa casa”.

Cama onde as russas dormiam.

Minha cama (poltrona) e a do Diego.

O primeiro dia que sai sozinho a noite para passear foi meio assustador, lembrei das histórias da guerra, das fotos, de uns filmes, era massa andar pelas ruas. A neve caia toda hora e eu ficava sempre de olho desconfiando dos russos que passavam, porque a nossa região era um pouco perigosa. Era massa sair sozinho, adrenalina corria nas veias haha.

Caminho para ir pra casa.

Certo dia nos encontramos com alguns trainees brasileiros para organizar nossa festa de recepção, pois tínhamos que fazer um prato típico do Brasil. O que fazer? Brigadeiro. Mas no final das contas saiu uma pizza de banana com chocolate e uma baita caipirinha de cachaça haha. Foi uma festa diferente. Era um flat, e a festa era na sala. Tinha umas 30 pessoas, sendo que a sala era para umas 8 pessoas hahaha. Mas foi interessante, fizemos nossa apresentação e teve despedida de alguns trainees de outros projetos. Tinham trainees da Itália, da Índia, da Servia, e os Brasileiros e Russos é claro.

Festa de recepção.

Uma das coisas que me chamou atenção na cidade foram as escadas para descer no metrô. As estações de metrô da Russia ficam muito abaixo no nível do mar. No tempo da guerra, as estações serviam de abrigo contra ataques nucleares. Para descer, tinham escadas rolantes gigantes. Tem uma escada que demora 3 minutos para você subir/descer. É muito louco. E para descer você tem que ficar do lado direito da escada, porque sempre tem gente atrasada que desce correndo pelo lado esquerdo da escada. Era engraçado porque sempre tinha alguém que caia tentando descer correndo. haha.

Escada rolante do metrô. Reparem como não dá pra ver o final da escada.

Outra coisa que achei interessante, é o humor das pessoas na rua, no metro, nos ônibus. Os russos são muito quietos e fechados. Não dão risada, não fazem brincadeiras. Os únicos que conversavam e davam risada no metrô eram os brasileiros haha. Mas depois que você conhece, eles são amigáveis.

Era muito difícil achar alguém que falasse inglês. Em bancos, bilheterias, na policia, na rua, no mercado, era difícil se comunicar. Mas nossa buddy sempre ajudava quando precisavamos. E com o tempo você vai pegandos as manhas e se virando.

Nos primeiros dias fomos conhecer o centro da cidade. A cidade é conhecida como a capital da arquitetura. Quando foi construída, o Alexander contratou arquitetos da inglaterra e principalmente da itália para fazer a cidade. É uma mistura de londres, com itália. Muito doido. Tem várias igrejas espalhadas pela cidade. A cidade é dividia em várias “ilhas” e tem vários canais cortando elas. Os canais se assemelham aos de veneza.

Tinha uma igreja muito conhecida que ficava no centro da cidade, saindo da estação Nievsky Prospect, ela foi construída em homenagem ao Czar Alexandre II bem no local onde ele foi assassinado por uma bomba. Fica bem no meio de uma rua ao lado de um canal onde passa o rio.

Igreja do Sangue Derramdo – Local onde o Czar Alexander II foi assassinado.

Fomos fazer slate, é uma espécie de esqui, só que você desce as montanhas sentado em cima de uma boia. O lugar que fomos fazer isso era longe do centro e tivemos que pegar um trem. O parque era muito massa. Era forrado de pinheiros. Depois do parque fomos comer uma comida típica da Russia (sopa, panquecas e chá) e depois fomos esquiar em uma pista de gelo.

Trem para ir no parque. Era velho e muito lento.

Entrada do parque.

Entrada do restaurante.

Fomos conhecer alguns lugares da cidade, alguns parques, em um deles tinha várias chamas para o pessoal se esquentar. Depois acabamos indo em um shopping.

Pessoal se esquentando.

“Aquele” franguinho apimentado.

Adivinha o que está escrito aí? haha

Mundo globalizado.

Eu e o Diego, sempre quando voltavamos para casa, passavamos na loja de conveniencia e compravamos uma cerveja de cada tipo quase todo dia haha. Que saudade daquele posto.

AIESEC Chapecó e Uberlândia. Grande parceria.

No próximo post vou mostrar um pouco do CL de lá e falar sobre o projeto que realizamos.

Abraços

London time…

Chegamos em Londres no dia 31/12 e fomos encontrar o Rovani na estação de metro central da cidade. Já fizemos nosso Oyster (cartão de transporte) e fomos conhecer um pouco da cidade. Jantamos, abastecemos as mochilas e fomos pegar um lugar pra festa da virada. Conseguimos um lugar perto da Abadia (Church) que dava para ver a London Eye e o Big Ben, vista animal.

Janta e esquenta na casa do Rovani.

Avacalhando no busão.

Indo para o fervo.

Fireworks

New Year.

Camden Town.

Souvenirs.

Flashing T-shirts.

Walking.

Underground.

Trafalgar Square.

Tower Bridge.

É.

Westminster.

Piccadilly Circus.

Cabbie.

Vista da London Eye.

Após visitarmos Londres, resolvemos alugar um carro e ir visitar algumas cidades da região. Fomos para Salisbury e Oxford e conseguimos visitar o Stonehenge (uma das 7 maravilhas). Como nem tudo é uma maravilha, essa viagem resultou em 3 multas, mas ficamos sabendo só um mês depois.

Como nosso GPS era mais lento que o Rubinho, a gente errou o caminho várias vezes até chegar em Salisbury. Em uma das rotas, já era noite, passamos pelo interior de uma cidadezinha e tinham várias casinhas rústicas com telhados de palha, ai paramos para tirar fotos. Tiramos a foto, embarcamos no carro e seguimos viagem. Não deu 15 minutos, um carro da polícia apareceu atrás e fez sinal para pararmos. O policial chegou perto, deu uma olhada com a lanterna no carro e nos pediu, “De onde vocês são?”, e nós respondemos, “do Brasil”, nisso o policial começou a dar risada e falou. “aaaaahhhh, Brasil, its OK.” Haha, foi muito engraçado. Ai pedimos para tirar uma foto com ele. Valeu GPS.

Stonehenge é um dos lugares mais legais que visitei, é no interior, no meio do nada, dá uma paz, uma tranquilidade. Chegamos uns 20 minutos antes de fechar, devido ao GPS do Rubinho, mas deu tudo certo. Quem quiser saber mais sobre, clique aqui.

Londres foi um dos melhores lugares que visitei, é uma cidade jovem, moderna, estilosa e tem tudo o que você imagina para se fazer. Nós ficamos no Meininger Hostel, um hostel muito bom, ao lado do Natural Museum, fica em South Kensington e pagamos 17 euros a diária.

De tão bom que estava nossa estadia em Londres, Eu, Stela e Dirte, acabamos esquecendo de verificar a data do nosso vôo pra Russia. Na noite do dia 04/01, olhamos as datas e o vôo saia dia 05/01 as 9 da manhã, e nós achávamos que era a tarde. Na manhã do dia 05, arrumamos as malas na correria, saímos correndo do hostel e pegamos o metro até o Heathrow Airport. Quando chegamos, fomos correndo direto ao checkin mas chegamos 10 minutos atrasados e perdemos o vôo. E agora? O que fazer? Fomos atrás da Cia aérea, e pedimos o reembolso da passagem, até hoje estamos esperando, mas enfim, tivemos que comprar outra passagem.

Ligando para a Cia aérea para pedir reembolso.

Compramos a mais barata, pela SWISS, que fazia escala em Zurich/Suiça. Chegamos em Zurich e a conexão para Russia era só no outro dia. E agora? O que fazer? Pedi para um funcionário da Cia aérea se tinha algum lugar para nós dormirmos. Ele falou que tinha uns sofás no Starbucks do aeroporto. Fomos até lá e damos aquele jeitinho brasileiro e fizemos umas camas com os sofás. Dá só uma olhada haha.

Valeu Starbucks.

No dia seguinte, todo mundo roncando, o garçom do Starbucks apareceu por lá e começou a fazer barulhos pra acordar nós haha. Foi engraçado. Levantamos acampamento e para agradecer tomamos um baita café da manhã.

Bom, depois de tantas boas e ruins, conseguimos pegar o vôo para St. Petersburg/Russia. Gostei muito da Cia SWISS, a comida é muito boa e eles dão chocolate haha.

Chegando em St. Peters.

Primeira vista de St. Petersburg/Russia.

No próximo post, começo a escrever sobre meu intercâmbio na Russia.

Abraços.

the time goes on..

Mas bá tchê! como diria o nego véio. Você faz planos, pensa em milhões de coisas e acaba esquecendo algumas, caso perca o foco! Foi o que aconteceu com meu blog hahahaha! Mas antes tarde do que nunca, cá estou eu escrevendo meu primeiro post sobre a viagem. Tá certo que deveria ter feito isso a 2 meses atrás, mas acabei deixando de lado o blog por que existem coisas mais legais para fazer enquanto você viaja.

Como falei no outro post, ficaria uma semana em Dublin, depois uma semana em Londres e depois iria para São Petersburgo. Depois do voo perdido em Chapecó e Floripa, embarquei para Dublin no dia 22/12. Minha escala era Florianópolis, São Paulo, Londres e Dublin. Dia 23/12, desembarquei em Londres, fui para o terminal de embarque para Dublin e fiquei sabendo que o vôo havia sido cancelado devido ao mau tempo e próximo vôo seria somente no dia seguinte. E agora? O que fazer? Sentei num banco e fiquei matutando. Nisso, passa dois caras com o passaporte do Brasil na mão, pulei na frente deles na hora haha e pedi help né. Ai os caras me contaram que tinham perdido uns três voos já e sabiam tudo. Fui com eles até o escritório da Cia aérea e pegamos um vale transporte e um vale hotel. No dia seguinte, consegui embarcar para Dublin. Chegando em Dublin, fui atrás da minha bagagem, e adivinha? Tinha sido extraviada. E agora? O que fazer? Fui até a Cia aérea e preenchi o formulário com o endereço dos guris em Dublin, caso eles achassem entregariam lá. Peguei um taxi e fui até a casa dos guri. Cheguei bem na hora que o peru da ceia estava saindo do forno, foi engraçado. Sem mala, sem outra roupa, mas feliz por não ter passado o Natal no aeroporto. Passei a semana na casa dos guri e visitamos vários lugares em Dublin.

Ceia no ap dos guri.

Noite de natal.

Irish pub.

Temple Bar.

Temple Bar street.

Carrols – a melhor loja de souvernirs.

Lasanha. Detalhe na cueca irish da sorte e no balão dos desejos. 🙂

Causando na Garda (polícia Irish) haha.

No dia 31/12, tínhamos o vôo para Londres. Adivinha? Enrrolation básico na hora de sair de casa, correndo pelas ruas de Dublin procurando taxi, no fim das contas perdi o voo! E agora? O que fazer? Fui até a Cia aérea negociei com a moça e comprei o próximo vôo que sairia uma hora depois. Beleza. Chegamos em Londres, cidade maravilhosa.

No próximo post vou contar como foi lá.

Abraços.

Voo cancelado

Domingo eu estava arrumando as coisas e então resolvi desligar meu celular e deixar em casa. Mas minha mãe disse pra mim levar até São Paulo e então obedeci ela. Fui até o aeroporto pegar o voo para Floripa e na hora do checkin meu celular tocou e era o cara da TAM dizendo que o voo de Florianópolis à Dublin havia sido cancelado devido ao mau tempo. Consegui adiar o voo na hora por sorte e vou quarta-feira de tarde.

As mães tem sexto sentido. Acreditem nelas.

Xchange

Criei esse blog durante a facul por curiosidade mesmo e acabei não atualizando mais. Mas agora vou utilizá-lo para compartilhar um pouco da minha experiência de AIESEC e do intercâmbio que realizarei nos próximos dias.

Descobri a AIESEC através de uma divulgação em sala na faculdade e o que me chamou atenção de cara foi o intercâmbio. Foi em 2008. Eu já estava de saco cheio das aulas da faculdade e só pensava em outras coisas e uma delas era o intercâmbio. Naquele dia, fui assistir a palestra explicativa do que era a tal da AIESEC e nela estavam presentes dois intercambistas, um alemão e um chinês, que vieram fazer um intercâmbio profissional na Sadia. Estavam percorrendo o Brasil inteiro, conhecendo as filiais. Depois de assistir a palestra o que me chamou a atenção foi ver os membros da AIESEC, empenhados, falando bem, falando inglês, organizados, cheios de vontade, um era “vipi” não sei o que, outro “ouci” não sei das quantas, outro “élcipí”. Fiz meu currículo e mandei para eles. Fui selecionado para as dinâmicas e estava cada dia mais nervoso por estar quase entrando na tal da AIESEC. Fui então selecionado para a entrevista. Passei na entrevista porque falei que tocava violão. Fui intimado para levá-lo na conferência da AIESEC em Floripa. Entrei no busão, me acomodei no primeiro banco com o violão e digamos que me bateu um sono e dormi até lá… e nada do Violão. Depois desse dia ganhei o apelido de Viola hehe. Mas depois com o tempo algumas pessoas tiveram o (des)prazer de ouvir meu som. O ano de 2008 foi bastante desafiador, pois eu tinha jobs na área de finanças e tive que aprender como funcionava o sistema legal e financeiro da AIESEC. Final de 2008, com um bom conhecimento na área de finanças, resolvi me postular para o cargo de Vice Presidente de Finanças. Fui eleito e entrei para o EB (diretoria) da geração 2010 da AIESEC Chapecó, o EB Larga tudo e vem correndo! Altos e baixos, altos e altos, baixos e baixos, foi indo foi indo e iu! Hoje, olhando para trás, olhando como eu era e como sou hoje, tenho certeza que foi a melhor experiência que eu já tive. Pessoas incríveis, desbitoladas, de mente aberta, inteligentes, cultas, festeiras, cachaceiras, e muito, mas muito aprendizado pra vida, tanto pessoal como profissional. Você faz parte de uma empresa, que tem metas e obrigações, e por mais que seja uma ONG e você não ganhe salário, é como se fosse parte de você, é uma paixão! Não tem como expressar o que vivenciamos fazendo parte da AIESEC. É um ambiente com um espírito jovem, de ousadia, de coragem e de evolução.

Para completar minha experiência dentro da AIESEC, amanhã estou embarcando para fazer um intercâmbio de desenvolvimento e tenho certeza que será uma outra experiência desafiadora. Vamos (eu e Stela daqui) ficar até dia 30 em Dublin/Irlanda, onde moram o Dirte, Carlinhos e Maninho, depois vamos passar a virada em Londres com mais uma galera daqui que vai estar lá, e no dia 5 de janeiro vamos (eu segurando vela e Dirte S2 Stela) para São Petersburgo na Rússia. Frio do caralho. Vamos participar do projeto Open Yourself onde iremos dar palestras, sessões, dinâmicas sobre futuro, carreira, empreendedorismo para os estudantes adolescentes de lá. Vou compartilhar aqui as fotos e experiências.

Agora vou comprar uma mala e me arrumar pra viagem… abraçossssss